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Review – A Maldição dos mortos-vivos (1988).

Por Calil Neto

17 de junho de 2017

A Maldição dos mortos-vivos (The Serpent and the Rainbow – 1988) é mais um filme da filmografia do diretor Wes Craven falecido em 2015. Inspirado no livro de Wade Davis, lembra um pouco do primeiro filme de zumbis da história do cinema, o clássico Zumbi Branco ou White Zombie, da década de 30, de Victor Halperin, que envolve zumbis, ocultismo e vodus.

No roteiro adaptado de Richard Maxwell e Adam Rodman após passar pela Amazônia o antropólogo Dennis Alan vivido por Bill Pullman vai dos Estados Unidos ao Haiti para buscar uma fórmula, ou seja um pó que traz o mortos de volta à vida, e faça com que a empresa que o contratou lucre com a descoberta.

Um dos filmes mais fraquinhos de Wes Craven, que tem uma melhora nos instantes finais do filme com o uso de efeitos especiais práticos. Mesmo apesar de não ser um dos grandes trabalhos do diretor, temos motivos e elementos no filme que podemos considerar e qualificar o diretor Wes Craven como um dos grandes nomes na direção do gênero horror do cinema norte-americano do século XX.

Nota: 3,0 de 5,0.

Review – Verão do Medo (1978).

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Por Calil Neto

Verão do Medo (Stranger in Our House – 1978) é um filme produzido para a televisão e exibido pela NBC na noite de Halloween de 78, 31 de outubro de 1978. O longa adaptado de obra de Lois Duncan é dirigido pelo mestre Wes Craven que teve na época como último filme dirigido para a telona o belo Quadrilha de Sádicos em 1977.

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Na trama do filme temos a atriz Linda Blair (do clássico O Exorcista) que interpreta a garota Rachel que adora cavalos e vai enfrentar as forças sobrenaturais de uma bruxa que vem morar com ela e a família Bryant, passando pelo papel da prima de Rachel, que teve os tios mortos junto com a governanta em um acidente de carro. Lee Purcell interpreta a prima Julia, que começa a prejudicar Rachel, como pegar para ela o namorado de Rachel.

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Mesmo que seja um filme televisivo é uma produção que que vale uma espiada por ser um longa dirigido por um dos mestres do horror do século XX, Wes Craven, e por trazer no elenco a atriz Linda Blair, que ficou conhecida internacionalmente por seu papel no clássico O Exorcista, e que depois largou a carreira de atriz e foi se dedicar aos cuidados dos direitos dos animais. Quando lançado em VHS nos anos 80 lá fora, teve o título modificado para Summer of Fear (Verão do Medo).

Nota: 3,5 de 5,0.

Review – Um Vampiro no Brooklyn (1995).

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Por Calil Neto

Um Vampiro no Brooklyn (Vampire in Brooklyn – 1995) pode parecer brincadeira, mas é o filme mais divertido da filmografia do diretor norte-americano Wes Craven, um dos meus diretores do gênero terror favorito, mesmo que ele não tenha trabalhado apenas com esse gênero.

Um Vampiro no Brooklyn é o filme que vem anteriormente ao Pânico, que foi um dos grandes sucessos da carreira de Wes Craven e resgatou praticamente o subgênero slasher movies.  Eddie Murphy, além de estrear o filme, está como um dos produtores do longa. Se pudermos interpretar de alguma forma Um Vampiro no Brooklyn poderia ser considerado a versão de Nosferatu da carreira do diretor Wes Craven, contando a estória do vampiro que vem de barco para a cidade para trazer a sua maldição.

Eddie Murphy, tudo o mundo com uma certa idade já sabe, foi um dos grandes ídolos dos filmes de comédia dos anos 80, 90 e 2000 com filmes como a comédia policial Um Tira da Pesada (1984), que virou uma franquia, Um Príncipe em Nova York (1988), que é um clássico do passado da nossa tevê, a sensacional franquia O Professor Aloprado (1996) e Norbit: Uma Comédia de Peso (2007).

O perfil de Eddie Murphy é fazer comédias mesmo que em Um Vampiro no Brooklyn ele tenha que sido escalado para fazer papel um pouco mais sério do que o usual. Mas o filme não deixa de ser uma mistura de gêneros: filme de terror com comédia. Um vampiro que vem ao Brooklyn, um dos distritos de Nova York, e traz uma maldição, querendo conquistar um amor, que será a detetive Rita Veder (Angela Bassett). O parceiro Justice (Allen Payne), que gosta de Rita, vai tentar manter o vampiro Maximillian (Eddie Murphy) longe de Rita.

Tem alguns momentos interessantes do filme que o deixa mais engraçado, como quando o vampiro se transforma no pastor de igreja Pauly e fica falando bobagens. E quando o comparsa do vampiro Maximillian, Julius Jones ( o ótimo Kadeem Hardison), que também é um vampiro após ser mordido por Maximillian, perde um dos olhos que caiu no chão e fica indo atrás dele durante uma luta. O trabalho de maquiagem dos vampiros é sensacional.

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Eddy Murphy como o pastor Pauly. Lembra muito de seus futuros trabalhos.

Um ótimo filme para se divertir que passava muito na programação aberta da televisão brasileira.

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Nota: 3,5 de 5,0.

Review – As Criaturas Atrás das Paredes (1991).

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Por Calil Neto

As Criaturas Atrás das Paredes (1991) é mais um belo exemplar da filmografia do diretor norte-americano Wes Craven. Escrito e dirigido por Wes Craven, o longa apresenta um garoto conhecido como Bobo (Brandon Quintin Adams) que precisa de dinheiro para salvar a mãe que está doente e ajudar a pagar o aluguel de sua casa para não ser despejado junto com a família.

Ele junto com alguns conhecidos partem atrás de dinheiro para uma casa onde mora um estranho casal, que mais para a frente o espectador vai saber que são irmãos, interpretados pelos atores Everett McGill e Wendy Robie que trabalham também juntos no belíssimo seriado Twin Peaks. Essa casa já foi uma funerária e eles lidam e gerenciam os imóveis da comunidade. Nessa casa estão Alice (A.J. Langer) que acredita ser filha do casal e outros jovens que foram seqüestrados e estão presos na casa. Alguns desses jovens não têm contato com a luz de fora da casa e são deformados.

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É um filme bem estilo Sessão da Tarde. O suspense em torno destes jovens aprisionados na casa é bem trabalhado. Um bom filme.

Nota: 3,0 de 5,0.

Review – Shocker – 100.000 Volts de Terror (1989).

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Por Calil Neto

A filmografia do diretor norte-americano Wes Craven oscila entre os filmes bons, medianos e os ruins. Shocker – 100.000 Volts de Terror (1989) é um filme mediano. Achei superior que  A Maldição de Samantha. O melhor filme de Craven é o do icônico Freddy Krueger.

Em Shocker com roteiro de Wes Craven e premissa até que interessante temos o estudante Jonathan Parker (Peter Berg) que filho adotivo de um policial e não sabe quem é seu real pai, e tem freqüentes pesadelos com Horace Pinker, que é interpretado pelo ator Mitch Pileggi bem antes dele atuar como o Skinner no seriado Arquivo X. Na real Pinker é o pai de verdade de Jonathan e batia na mulher quando o garoto era pequeno. Pinker assassinou a mãe de Jonathan e deu um tiro na perna de Pinker o deixando manco. Depois de um tempo Pinker que acertar as contas com o filho.

Horace Pinker tem a facilidade de lidar com a eletricidade e assassina diversas pessoas, entre elas a namorada de Jonathan, Alison (Camille Cooper). O cara é condenado a prisão e é morto em uma cadeira elétrica. Só que ele não morre. Uma imagem holográfica dele ou não se é o espírito dele fica entrando no corpo de outras pessoas, e essas pessoas começam a atacar Jonathan. Pinker tem a facilidade de se locomover através de ondas de energia e de televisão. Tem um momento no terceiro ato do filme que ele e Jonathan começam a lutar durante a programação televisiva de diversos canais, que mesmo sendo um filme de terror, achei engraçado.

Aborda como o filme de Freddy Krueger a questão dos devaneios e pesadelos.

Um bom filme.

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Nota: 3,0 de 5,0.

Review – O Monstro do Pântano (1982).

O Monstro do Pântano

Por Calil Neto

O diretor norte-americano Wes Craven falecido em agosto de 2015 foi um dos mestres do cinema de horror do século XX. O Monstro do Pântano (Swamp Thing) é uma pérola divertida da carreira de Craven, adaptação de HQ da DC Comics. Com direção e roteiro de Wes Craven no enredo temos um cientista Dr. Alec Holland interpretado por Ray Wise, o pai de Laura Palmer no seriado Twin Peaks, que encontra uma fórmula para acabar com a fome no mundo e mudar os rumos da civilização para sempre através de um experimento com uma planta local. Só que tem uns homens que querem roubar os manuscritos desta fórmula e a fórmula bem sucedida deste Dr. Alec.

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Em uma destas tentativas de roubo da fórmula, o doutor começa a pegar fogo, entra em contato com a fórmula e cai em um pântano e se transforma no monstro do pântano.

Adrienne Barbeau (de A Bruma Assassina, Creepshow: Show de Horrores) faz o papel da  agente do governo Alice Cable que junto com o apaixonado monstro do pântano vão lutar contra os bandidos.

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O monstro do pântano é interpretado pelo dublê Dick Durock.

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A produção ganhou uma sequência em 1989 com A volta do monstro do Pântano, dirigida por Jim Wynorski.

O filme apesar de datado é um belíssimo entretenimento para os fãs de Wes Craven.

Diversão na certa para o espectador menos exigente.

Nota: 3,0 de 5,0.