Review – Life itself – A Vida de Roger Ebert (2014).

 

Por Calil Neto 

16 de julho de 2016.

Roger Ebert foi um dos maiores críticos que os Estados Unidos e a língua inglesa já tiveram e ganhador do prestigiado e aclamado Prêmio Pulitzer. Neste longa-documentário de 2014 com produção da CNN FilmsLife itself – A Vida de Roger Ebert, com estreia no Festival de Sundance do mesmo ano, temos a vida do respeitado jornalista, crítico de cinema, apresentador de televisão, repórter, escritor e roteirista de cinema.

O longa é dirigido por Steve James, que adaptou o livro de memórias do profissional da escrita que faleceu em 2013 de câncer diagnosticado na tireoíde em 2002 e não estava podendo falar (se comunicava por um aparelho) e comer. Roger Ebert já sabia da existência do documentário e diversas entrevistas foram realizadas com ele. Aborda a carreira, a vida, e os seus últimos meses de vida.

Fala da parceria e do carinho da esposa Chaz Ebert, paixão de sua vida, casou com ela aos 50 anos. que ficou com o marido até o seu falecimento. Fala da época em que roteirizou o filme do diretor Russ Meyer, ex-fotógrafo da revista Playboy, De Volta ao Vale das Bonecas de 1970 para o grande estúdio da FOX.

Aborda a época de jornalista, da ocasião que fez crítica de cinema na televisão com o crítico de cinema Gene Siskel : eram que nem dois irmãos brigãos. Aborda depoimentos de pessoas da televisão: produtores, produtores executivos. Tem depoimento de amigos e fãs de seu trabalho como os diretores Martin Scorsese (quem Ebert sempre elogiava e é o produtor executivo deste documentário) e Werner Herzog.

 Nota: 4,0 de 5,0.

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Faster, Pussycat! Kill! Kill! (1965).

 

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Por Calil Neto

Russ Meyer é o rei do sexploitation, produções que exploravam o sexo e a violência, em algumas delas com nudez. Russ Meyer foi fotógrafo da revista Playboy americana e depois começou a se aventurar no cinema com produções nada convencionais para a época. A primeira câmera do diretor foi um presente de sua mãe, quando ele era pequeno.

Russ Meyer que gostava de produções envolvendo mulheres com grandes peitos tem diversos admiradores pelo mundo, entre eles o figuraça Lloyd Kaufman, presidente e co-fundador da produtora americana Troma e o diretor Quentin Tarantino.

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Neste post vou falar de um dos maiores clássicos da filmografia de Russ Meyer, que se tornou cult com o passar dos anos, Faster, Pussycat! Kill! Kill! de 1965 com fotografia em preto e branco, que narra três dançarinas strippers que são apegadas ao dinheiro e ao sexo e querem pegar o dinheiro de um velho que mora em uma casa em um deserto com seus dois filhos e que anda em uma cadeira de rodas.

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A produção envolve diálogos de duplo sentido, algumas com conotação sexual, e era violento para os padrões da época.  Participação da atriz Tura Satana no papel de Varla que faleceu em 2011 aos 72 anos.

O já falecido Russ Meyer.
O já falecido Russ Meyer.

 

Filmaço!

 

Nota: 4,0 de 5,0.