Review- Blade Runner 2049 (2017).

Por Calil Neto

19 de outubro de 2017.

Conferi no cinema em 3D Blade Runner 2049, sequência do clássico dos anos 80, de Ridley Scott, um dos maiores diretores do cinema norte-americano. Desta vez Ridley Scott ficou apenas na produção e Denis Villeneuve , um dos novos queridinhos de Hollywood ( Lembra de A Chegada, ganhador do Oscar de melhor edição de som em 2017 ? ) , assume a direção. CUIDADO SPOILERS.

O filme BR 2049 é majestoso, mantém a grandiosidade do filme de 1982, sendo que parece que os dois filmes foram produzidos na mesma época  Assistindo Blade Runner 2049 o espectador consegue notar a magnitude do primeiro filme adaptado do famoso livro Androides Sonham com Ovelhas Elétricas? de Philip K. Dick.

BR 2049 expande o universo do primeiro filme e nos mostra um mundo onde se progrediu a tecnologia e temos agora novos replicantes muito mais evoluídos tecnologicamente do que no filme de 1982. Agora a corporação Tyrell está nas mãos de Wallace que é intepretado por Jared Leto que quer a proliferação dos replicantes ao redor do planeta e fora também como escravos. Temos o policial K , ou também Joe, vivido pelo ator requisitadíssimo Ryan Gosling que tem uma namorada holográfica e está atrás do filho de uma replicante, após através de uma investigação da policia se descobrir que uma criança tinha nascido dela. Ryan Gosling vai atrás do caçador de replicantes Rick Deckard (Harrison Ford) do filme de 1982 que é o pai da criança. Adorei ver Harrison Ford reprisando seu icônico personagem, um dos papéis mais importantes de sua carreira de ator. E Jared Leto está muito bem em seu papel.

Um filme brilhante!!!! Que leva também a diversas reflexões com o filme de 1982, como a busca do homem pela vida eterna no plano terrestre e muito mais. Não sei não, mas de acordo com o seu terceiro ato, o filme deve ganhar uma continuação. Resta-nos aguardar! Não posso terminar o texto sem falar da maravilhosa trilha sonora de Hans Zimmer e Benjamin Wallfisch. Grandiosa.

Nota: 4,0 de 5,0.

Anúncios

Review – A Chegada (2016).

Por Calil Neto

16 de abril de 2017

A Chegada (Arrival – 2016) dirigido por um dos novos queridinhos de Hollywood, o canadense Denis Villeneuve, é mais um belíssimo filme que aborda a invasão alienígena no planeta Terra. Mais é um filme diferente dos filmes habituais, e que foi um desafio para o diretor que afirma que dirigir uma sci-fi foi um aprendizado. É quase que um filme filosófico, existencialista, reflexivo que mostra a união dos povos e nações para lidar com habitantes de um outro planeta da qual a tradutora de línguas, até de língua alienígena, Louise Banks (a estonteante Amy Adams) vem em auxílio e intermediação.

O filme que é uma adaptação de um conto de Ted Chiang traz mais uma missão reflexiva do que mostrar a relação homem-alienígena como mostrava o clássico Independence Day dos anos 90. O longa ganhou 1 Oscar na edição de 2017 na categoria de edição de som. Poderia ter conquistado mais estatuetas. Uma das grandes sci-fi deste começo de milênio e um belo filme!

Nota: 4,0 de 5,0.

Review – Blade Runner, o Caçador de Andróides (1982).

8ab15d0ee266e49e7e39822681bb2c45

Por Calil Neto

17 de outubro de 2017

Assistindo pela enésima vez o filme, fiz um comentário mais recente sobre esse clássico.

O longa Blade Runner dirigido por Ridley Scott é um dos maiores representantes do subgênero cyberpunk, dentro do gênero ficção-científica dos anos 80, em adaptação de obra clássica de Philip K.Dick, o livro Andróides Sonham com Ovelhas Negras ?.

No enredo que passa no ano de 2019 é simples temos um policial e detetive Rick Deckard, interpretado por Harrison Ford, que tem a missão de capturar replicantes ou andróides que se assemelham com os humanos. Os belos efeitos especiais já para os anos 1980  estão nas mãos de Douglas Trumbull, que também trabalhou no maior clássico para mim dos anos do século passado, 2001: Uma Odisséia no espaço (1968).

blade

Resumindo: O longa é a briga entre humanos e replicantes, que são robôs com inteligência artificial que são usados como escravos e enviados para os outros planetas na missão de exploração e colonização destes planetas. Alguns fazem besteiras lá fora e são considerados na volta à Terra como perigosos e devem ser exterminados. Aí que aparecem os exterminadores de replicantes, que são robôs muito inteligentes e se assemelham muito com o ser humano. Além de ser uma trama visionária, este filme não deixa de ser filosófico e não deixa de fazer o espectador refletir da relação em pleno século XXI entre o Homem e a máquina, a dependência do Homem em relação à máquina. Será que um dia a máquina vai superar a inteligência do Homem? A máquina um dia poderá ter sentimentos humanos?

O longa após 35 anos ganha uma sequência em 2017, Blade Runner 2049, com um dos grandes diretores dos próximos anos e promessa Denis Villeneuve, com Ridley Scott, como produtor-executivo. Harrison Ford volta a reprisar seu papel. E essa sequência ainda tem Ryan Gosling, um dos atores mais requisitados do cinema americano atual e Jared Leto, o Coringa do ressurgimento dos filmes do universo compartilhado da DC, em uma era pós- Heath Ledger.

Um clássico!

blade-runner-1982-2

Nota:4,0 de 5,0.