Review – A Guerra dos Mundos (The War of the Worlds – 1953).

 

Por Calil Neto

17 de maio de 2018.

O que o filme O Mágico de Oz ( The Wizard of Oz -1939) foi para o gênero da fantasia A Guerra dos Mundos ( The War of the Worlds – 1953) foi para os filmes de ficção-científica ou também como podemos dizer: filmes do cinema catástrofe.

O primeirão filme dirigido por Byron Haskin e produzido por George Pal adaptado do livro clássico homônimo de H.G. Wells é o filme!

 

 

 

 

A Guerra dos Mundos com a sua bela trama que hoje não seria nenhuma novidade  ( algo que depois ficou bem corriqueiro! no meio cinematográfico e até desgastante) surpreendeu na época e ainda emociona com os seus simples e bem produzidos efeitos especiais. Um filme que se tornou cults e tem fãs até os dias de hoje entre eles muita gente envolvida com o cinema, entre eles o big man Steven Spielberg que dirigiu uma nova versão do filme nos anos 2000. Os alienígenas do filme são toscos mas foram sucesso na ocasião e em alguns momentos parece que estamos assistindo um documentário. No final dos anos 30, mais precisamente 1938, uma simulação de uma invasão alienígena na rádio CBS dos Estados Unidos adaptada do livro A Guerra dos Mundos dirigida e produzida em formato de radioteatro pelo ator Orson Welles atingiu altos índices de audiência da emissora e gerou pânico na população local tamanho realismo que tinha a peça radiofônica. Orson Welles fez o professor da Universidade de Princeton que comandava a luta contra os marcianos que invadiram o planeta.

 

 

 

 

Um filme com a temática de invasão alienígena e um mundo à beira do apocalipse que serviria e serve de base para outros filmes realizados em diversas gerações. Clássicão!!!!

Nota: 4,0 de 5,0.

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Review – O portão 2: Eles estão de volta (1990).

 

Por Calil Neto

13 de maio de 2018.

O portão 2: Eles estão de volta (The Gate II: Trespassers- 1990) é a sequência do classicão dos anos 80 O Portão (1987) já mencionado anteriormente aqui no blog Calil no MUNDO POP e é dirigido de novo por Tibor Takacs e escrito novamente por Michael Nankin.  

 

 

 

O longa se passa 5 anos focando na vida de Terry  ( interpretado neste filme novamente por Louis Tripp) após os acontecimentos do primeiro filme quando Glen, amigo de Terry, descobriu e abriu o portal para o inferno de onde saíram os pequeninos demônios que quando juntos  se transformavam em um grande e feioso bicho do mal. Glen se muda com a família do local e o filme dá foco na vida de Terry que tem alguns problemas pessoais como o pai que está sem emprego. Terry acha que abrindo o portal vai conseguir se livrar destes problemas e não é que realmente os seus problemas realmente acabaram? Abrindo o portal o garoto Terry percebe que sua vida e da família consegue realmente mudar como quando o seu pai volta a ter um desejado emprego como o emprego em uma empresa de aviação e  a garota Liz se aproxima dele. Liz ( Pamela Segall) que já é comprometida fica dando bola para o garoto Terry após o portal se abrir e o seu namorado fica p da vida. Que garota não gostaria de andar em um puta carro que Terry consegue após o portal se abrir?

 

 

Os efeitos visuais e animação em stop motion de Randall William Cook continuam demais! O que peca mesmo um pouco em O portão 2: Eles estão de volta é o roteiro, ou não sei foi a edição do longa, mas o filme se torna confuso. Sabe quando parece que eles produziram o filme apenas por produzirem sem querer realmente impressionar o fã do primeiro filme ?

Mas O portão mas não deixa de ser uma franquia admirável e interessante para os fãs de cinema fantástico!

Nota: 3,0 de 5,0.

Bill e Ted, rock and roll e final do século XX.

 

Por Calil Neto 

11 de maio de 2018. 

Bill e Ted é uma franquia clássica do final dos anos 80 passando pelos anos 90 vivido pelos atores Keanu Reeves e Alex Winter ainda bem novinhos. Keanu Reeves se tornaria um dos grandes destaques do cinema americano como na fantástica trilogia de sucesso Matrix iniciada em 1999.

 

 

 

Bill e Ted – Uma Aventura Fantástica de 1989 de Stephen Herek e Bill e Ted – Dois Loucos no Tempo de 1991 de Pete  Hewitt são os longas da franquia e em 2018 tem-se falado da produção de um terceiro filme da franquia com a volta do atores originais no longa Bill & Ted Face the music. Bill ( Alex Winter) e Ted (Keanu Reeves) são dois amigos adolescentes da cidade de San Dimas e querem se tornar estrelas de rock famosos no mundo inteiro com a sua banda Wyld Stallyns e fazer o bem para a humanidade. No primeiro filme de 1989 que se passa nos anos 80 eles terão que dar uma aula para o professor de História da escola onde estudam para não serem reprovados. Então os dois garotos através de uma cabine telefônica viajam no tempo passando por Sócrates na Antiga Grécia, por Napoleão Bonaparte, Joana D´arc, pela Idade Média na Inglaterra onde conquistam o coração de duas belas moças que no tempo presente vão participar da banda de rock de Bill e Ted além de ajudá-los a conquistar o reconhecimento profissional e dar o mérito para os garotos na aula de história. E temos um tipo de mentor do futuro dos garotos Rufus (George Carlin) que vai orientá-los nesta missão.

 

 

 

E não é que nessa franquia o segundo filme  Bill e Ted – Dois Loucos no Tempo é  melhor do que o original e com muito mais recursos na produção?  Geralmente nas franquias de cinema dos Estados Unidos o primeiro e original filme sempre é o melhor. No segundo filme temos um tirano do futuro De Nomolos (Joss Ackland) que cria uns androides que lembram o exterminador do futuro de James Cameron com a aparência dos garotos para exterminá-los e acabar com os garotos Bill e Ted.  Nesse filme os garotos são jogados pelos robôs de um alto penhasco e morrem e vão ter que lidar com a personagem Morte vivido por William Sadler  de quem ficarão amigos juntos com duas criaturas do futuro que são divertidissimas e se transformam em uma grande criatura sem falar nos robôs que eles criam para enfrentar os andróides de De Nomolos. Um franquia clássica memorável do final do século passado (quem viveu essa época vai lembrar!) que homenageia o rock and roll e não deixa de espelhar através de Bill e Ted a fragilidade e inocência na fase da adolescência.

 

 

 

Nota: 3,5 de 5,0.

Review – Gehenna: Where Death Lives (2016).

 

 

Por Calil Neto

10 de maio de 2018.

Esta co-produção Japão- Estados Unidos Gehenna: Where Death Lives (2016) me pegou de surpresa. E boa surpresa.

Quando vi o belo pôster e soube que o ator lendário de horror and action movies Lance Henriksen (em uma curta participação especial) e Doug Jones (lembra dele em A Forma da Água e Labirinto do Fauno?) que é ótimo em interpretar monstros e tem uma maleabilidade com seu corpichto de quase 2 metros de altura estariam no elenco falei: tenho que assistir esse filme!

 

 

 

O longa é dirigido pelo japonês Hiroshi Katagiri em seu filme debut na direção, profissional que é também mestre em maquiagem e efeitos especiais. Com roteiro também dele junto com Nathan Long e Brad Palmer  temos uma trama fictícia em alguns momentos um pouco tensa e com clima claustrofóbica na ilha de Saipan onde estiveram japoneses que morreram e se esconderam durante a 2a Guerra Mundial em um quartel general dentro de um matagal. E tem um quarto neste local enclausurado conhecido como Gehenna do título do filme de onde começou a surgir a maldição que ronda o local.

O personagem do velho esquelético, que não sei se é um zumbi ou um morto-vivo que fica em regiões sem luz no quartel general local  interpretado pelo senhor Doug Jones é ótimo! Um filme até com um boa produção que envolve maldição e bonecos de vodu que traz em seu enredo um grupo de americanos que querem construir um resort na ilha de Saipan e estão dando uma checada no lugar antes de mandarem construir um resort. Seria um filme que critica o imperialismo dos Estados Unidos em relação ao resto do planeta? UM APENAS DESTES AMERICANOS  DEVE SOBREVIVER. Um bom filme!

 

Nota: 3,5 de 5,0.

Review – O Portão ( The Gate – 1987).

Por Calil Neto

02 de maio de 2018.

O Portão também conhecido no Brasil como O Portal é um clássico dos clássicos dos anos 80 e é o debut movie do diretor Tibor Takacs  em uma co-produção Estados Unidos/ Canadá com um orçamento de 6 milhões de dólares e com mais de 13 milhões de arrecadação.

 

 

Com roteiro de Michael Nankin tem uma traminha nos mesmo moldes dos filmes sessão da tarde dos anos 80/ 90 como Os Goonies, Conta Comigo, adaptação de obra de Stephen King,  e o mais recente seriado juvenil dos anos 2010 Stranger Things da Netflix. Temos no enredo um garotinho de 12 anos Glen ( Stephen Dorff) com sua irmã mais velha  Al ( Christa Denton ) que juntos com o amiguinho vizinho Terry ( Louis Tripp ) vão enfrentar pequeninos demônios que vem de uma dimensão infernal ou um buraco que sai do quintal da casa que se transformam nos medos das crianças como no operário que supostamente morreu no local onde as casas dos moradores locais foram construídas.

 

 

A animação em stop motion e efeitos visuais de Randall William Cook é fantástica para os padrões dos anos 80.  Muito competente!

 

 

Muito fofa a franquia, uma franquia que tenho muito carinho, que não deixa de ser um conto de fadas para crianças macabro. Um filme e franquia que todo fã de cinema de terror e cinema fantástico sem dúvida alguma deve conhecer.

Nota: 3,5 de 5,0.

Leia também nossa REVIEW sobre O portão 2: Eles estão de volta (1990).