Review – Brinquedos que marcam época (1a temporada – 2017).

 

Por Calil Neto

07 de maio de 2018.

Brinquedos que marcam época ( The toys that made us – 2017 – 1a temporada) é uma belíssima série da Netflix que retrata a história dos mais importantes brinquedos que se destacaram e fizeram a infância de uma geração ou que ainda fazem parte da vida de adultos que vivenciaram esses saudosos períodos.  Quem disse que brinquedo é apenas coisa de crianças? Eu particularmente adoro alguns maravilhosos action figures moderninhos.

Em um seriado em formato de documentário com uma narração caricata de Donald Ian Black temos em 8 partes em 4 episódios um pouco da história de brinquedos muito queridos pela criançada nos anos 60,70,80, 90 e porque não dizer também nos anos 2000. Temos brinquedos baseados nos brinquedos dos filmes da super amada franquia do cinema Star Wars, a origem da boneca Barbie criada por Ruth Handler e nome  oriundo do nome de sua filha Barbara e o boneco Ken que veio do nome de seu filho Ken. Os brinquedos do He-Man e os Mestres do Universo que eu amava e amo ainda que virou desenho animado e teve a até a sua infame versão para o cinema do final dos anos 80, Mestres do Universo com o ator Dolph Lundgren no papel de He-Man, em uma trama que fugia muitooooooooo da trama original do brinquedo de sucesso. Temos também a origem dos bonecos de ação conhecidos no Brasil como Comandos em Ação ou os G.I. Joe, que eu colecionei na minha infância que no começo tinham quase 30 cm de altura e depois foram diminuindo de tamanho mais ou menos do mesmo tamanho dos bonecos do Star Wars. Os Comandos em Ação foram os primeiros bonecos criados para o público infantil masculino. Teve a sua versão em histórias em quadrinhos para alavancar a venda do bonecos e até desenho animado e versão para o cinema com atores.

 

 

Um belíssimo seriado nostálgico muito bem produzido que não vai apenas agradar as mais recentes gerações mas também os adultos de hoje dos anos 2000 que vivenciaram esse período. Voltei no tempo!

 

 

 

Nota: 4,0 de 5,0.

Anúncios

Review – O Portão ( The Gate – 1987).

Por Calil Neto

02 de maio de 2018.

O Portão também conhecido no Brasil como O Portal é um clássico dos clássicos dos anos 80 e é o debut movie do diretor Tibor Takacs  em uma co-produção Estados Unidos/ Canadá com um orçamento de 6 milhões de dólares e com mais de 13 milhões de arrecadação.

 

 

Com roteiro de Michael Nankin tem uma traminha nos mesmo moldes dos filmes sessão da tarde dos anos 80/ 90 como Os Goonies, Conta Comigo, adaptação de obra de Stephen King,  e o mais recente seriado juvenil dos anos 2010 Stranger Things da Netflix. Temos no enredo um garotinho de 12 anos Glen ( Stephen Dorff) com sua irmã mais velha  Al ( Christa Denton ) que juntos com o amiguinho vizinho Terry ( Louis Tripp ) vão enfrentar pequeninos demônios que vem de uma dimensão infernal ou um buraco que sai do quintal da casa que se transformam nos medos das crianças como no operário que supostamente morreu no local onde as casas dos moradores locais foram construídas.

 

 

A animação em stop motion e efeitos visuais de Randall William Cook é fantástica para os padrões dos anos 80.  Muito competente!

 

 

Muito fofa a franquia, uma franquia que tenho muito carinho, que não deixa de ser um conto de fadas para crianças macabro. Um filme e franquia que todo fã de cinema de terror e cinema fantástico sem dúvida alguma deve conhecer.

Nota: 3,5 de 5,0.

Leia também nossa REVIEW sobre O portão 2: Eles estão de volta (1990).

Review – Evil Toons (1992).

 

Por Calil Neto

29 de abril de 2018.

Evil Toons ou mais conhecido no Brasil como Magias do Mal… O Verdadeiro Humorror de 1992 é mais uma pérola e tosqueira da produtora de filmes inusitados American Independent Productions de Fred Olen Ray que dirige, produz e roteiriza como Sherman Scott essa maluca produção que alguns falam que uma mistura de Evil Dead de Sam Raimi com Uma Cilada para Roger Rabbit estrelado por garotas que ficam em boa parte da exibição nuas com a presença de David Carradine e Dick Smith no elenco.

 

 

No roteiro temos uma mansão mal assombrada que tem uma maldição causada por um livro Necronomicon trazido alguns séculos atrás para a América por um cara de chapéu chamado Gideon Fisk interpretado pelo ator David Carradine que se mata no local. Depois em uma época atual algumas belas garotas recebem 100 dólares de Burt ( Dick Smith ) para limpar a mansão antes que os novos moradores vão habitar o estranho local. Uma besta após o Necronomicon ser lido pelas garotas é liberada do livro para a mansão e esta besta é um desenho animado. MUITO FODA! Esta besta animada começa a matar as garotas e as pessoas que passam pelo local. A atriz Michelle Bauer também do já mencionado aqui no blog Calil no MUNDO POP  na resenha de Hollywood Chainsaw Hookers também da mesma produtora é esposa do personagem do ator Dick Smith e faz uma curta participação.

 

 

Um filme trash e tosco que consegue divertir e entreter o espectador. Tosquice pura!  

Nota: 3,0 de 5,0.

Review – X.B: Galáxia Proibida (1982).

 

Por Calil Neto

26 de abril de 2018.

X.B: Galáxia Proibida ( Forbidden World – 1982) com produção da New World Pictures do considerado por muitos como o rei dos filmes B Roger Corman, produtora independente que formou após a sua saída da American International Pictures (AIP), é mais uma pérola da produtora que realizou diversos clássicos inusitados como o já resenhado no blog Calil no MUNDO POP o Death Race 2000.

 

 

 

Forbidden World, dirigida por Allan Holzman, tem uma pegada sci-fi de Star Wars ou podemos até compará-lo com mais proximidade devido as tosquices com o Star Crash do italiano Luigi Cozzi, misturado com um terror mais leve com uma pegada da franquia Alien de Ridley Scott  ou até podemos pegar como comparação por causa do baixo orçamento a também pérola Contamination também de Luigi Cozzi, junto com trasheira das boas, mulher pelada e toscos e simples efeitos especiais.

 

 

Um alien grandão tosco invade uma espaçonave e o câncer de um cientista que está no local é a maneira de exterminar esse intruso de outro planeta.

 

 

Nota: 3,0 de 5,0.

 

 

 

Review – One Dark Night (1982).

 

Por Calil Neto

23 de abril de 2018.

Tinha alguns amigos cinéfilos que comentaram a respeito desse filme e fui atrás para conferi-lo: One Dark Night de 1982 conhecido em terras brasileiras como Numa Noite Escura com direção e roteiro do estreante na época de Thomas McLoughlin, que iria a ser roteirista em 1986 do sexto filme da franquia Sexta-Feira 13. Amei o filme, muito legal e ainda com uma ótima premissa: deixar uma jovem amiga dentro de um mausoléu dentro de um cemitério que me lembrar um pouco da trama dos filmes da franquia Phantasm de Don Coscarelli. 

 

 

Sabe aquela fase da adolescência que você tem que cumprir uma missão para participar de um grupinho? É mais ou menos essa a premissa desse divertidíssimo filme: uma das garotas, no caso Julie, interpretada por Meg Tilly, irmã mais nova da também atriz Jennifer Tilly (da franquia Chucky), que tem que passar uma noite dentro do mausoléu dentro de um cemitério para participar de uma tal de irmandade de jovens meninas no qual estão também Carol ( Robin Evans ) e Kitty ( Leslie Speights ). E paralelamente temos o ocultista Karl Raymarseivich que morreu e junto dentro de seu apartamento estavam misteriosamente diversas estudantes. Esse ocultista lidava com a força do pensamento e movimentava com essa força animais mortos  além de lidar com forças negras ligadas ao psiquismo humano. Essa Karl ressurge como um zumbi e diversas zumbis passam a perseguir as garotas.

 

 

 

É um filme simples com efeitos especiais práticos mais que com a sua simplicidade para mim é uma pequena obra-prima do terror dos anos 80 que merece uma chance pelos apreciadores do gênero. Virei fã desse filme e tenho um carinho por ele!

 

 

Nota: 3,5 de 5,0.

Review – Hollywood Chainsaw Hookers (1988).

 

Por Calil Neto

20 de abril de 2018

Em 2018 essa pérola chamada Hollywood Chainsaw Hookers completa 30 anos e no Brasil foi lançado em VHS com o título O Massacre da Serra Elétrica 3 – O Massacre Final para tentar convencer os clientes das locadoras brasileiras ou o consumidor na época com o sucesso da franquia O Massacre da Serra Elétrica a alugar ou comprar o filme. É uma produção de baixo orçamento dirigida por Fred Olen Ray com a American Independent Production com as suas características de filmes bagaceiros, trash e com mulher pelada.

 

 

Vale salientar que essa peculiar produção não tem nenhuma ligação com a clássica franquia O Massacre da Serra Elétrica, tem apenas a presença do ator Gunnar Hansen falecido em 2015 que se consagrou no cinema de gênero no papel do emblemático vilão slasher Leatherface no primeiro filme da série em 1974 do diretor Tobe Hooper que faz um tipo de sacerdote ligado a uma seita do mal de belas mulheres ou garotas de programa que têm prazer e tara de matar suas vítimas em um tipo de ritual com uma motosserra. O que vale também a espiada nesta produção é a presença no elenco da scream queen Linnea Quigley de A Volta dos Mortos Vivos do lendário diretor Dan O´Bannon que faz o papel da jovem Samantha pelo detetive Jack Chandler ( John Henry Richardson ). No elenco dessa pérola que não deixa de ser uma paródia da franquia de Hooper tem também Michelle Bauer e Esther Elise que fazem parte da seita maligna.

 

 

 

Um filme divertido com algumas cenas de gore cuja a trama em si é o menos importante.

 

 

Nota: 3,0 de 5,0.