Review – Alien: Covenant (2017).

Imagem: Instagram

Por Calil Neto

18 de maio de 2017

CUIDADO SPOILERS

A franquia Alien é uma das franquias mais amadas pelos fãs de ficção-científica. Dentro e fora dos Estados Unidos. Em 2012 tivemos o primeiro longa dessa série prequel de filmes da franquia Alien, com Prometheus.

Eu já assisti Prometheus diversas vezes, e curto o filme, apesar de ter dividido as opiniões do público. O longa de 2012 é mais um filme de ficção-científica e reflexivo (ou filosófico) do que um filme de terror como os da quadrilogia original. Esse Alien: Covenant já volta as suas origens, apesar de eu preferir aos filmes com a veterana Sigourney Weaver e sua personagem Ripley, no papel de sua carreira. No longa a nave Prometheus leva os personagens à procura da criação da humanidade. São realmente os engenheiros os criadores da humanidade?

Dirigido e produzido pelo criador da franquia Ridley Scott, Alien: Covenant se passa 10 anos após o longa Prometheus, cujo colonizadores da nave Covenant vão parar no planeta ( Origae-6) onde pousou a nave Prometheus em uma missão fracassada do filme anterior onde está o enigmático robô David, interpretado magistralmente pelo talentoso Michael Fassbender (o cara deveria ser premiado por esse personagem), que também faz o papel de outro robô Walter, que é mais atualizado pela corporação Weyland e do bem, e onde morreu Elizabeth Shaw (Noomi Rapace),  protagonista do longa Prometheus. A nave Prometheus levou consigo um patógeno ou um vírus alienígena mortal, que explica a origem do vilão da franquia Alien. Elizabeth Shaw reconstrói o robô David após o fracasso da missão.

O grande destaque desta sequência é Daniels, interpretada por Katherine Waterston, que depois de um tempo se torna a comandante da nave Covenant. GRANDE SPOILER. Neste filme descobrimos que o grande vilão desses novos filmes prequel é David, que vai ser o grande responsável pela proliferação dos aliens. Nota-se que David quer exterminar a raça dos humanos.

Alien: Covenant é um bom filme, mas tenho carinho mais que especial pelos filmes com a personagem Ripley. E o legado do artista plástico H.R Giger continua. Vale a pena conferi-lo.

Nota: 3,5 de 5,0.

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