Review – Bruxa de Blair (2016).

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Por Calil Neto

Bruxa de Blair (Blair Witch – 2016), que primeiramente foi promovido com um título falso, The Woods, e depois que foi revelado como Bruxa de Blair e surpreendeu a galerinha, é dirigido por Adam Wingard, um dos novos queridinhos de filmes de terror recente, diretor de Você é o Próximo (2011) e dos segmentos Tape 56 de V/H/S (2012) e Phase I Clinical Trials de V/H/S 2 (2013).

Com roteiro de um dos freqüentes colaboradores de Adam Wingard, Simon Barret, o longa é a sequência ou REVIVAL do clássico de 1999, que revitalizou o subgênero de fitas encontradas, A Bruxa de Blair, que na época foi lançado com marketing viral, e  muitas pessoas acharam que o filme era real. Na narrativa temos o irmão de Heather, James (James Allen McCune) que estava desaparecido no primeiro filme, que junto com alguns colegas vão para a mesma floresta do primeiro filme com o intuito de realizar um documentário sobre a irmã  desaparecida e esperanças de ainda encontrá-la.

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Um filme como o primeiro filme, com movimento de câmera acelerada e que não revela muita coisa. Um longa que assim como no filme de 1999  tem o intuito de mexer com o imaginário do espectador.

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Essa sequência é aquele filme que deixa principalmente para aqueles que presenciaram na época no cinema ou em home video nos anos 90 aquela sensação de deja-vu e nostalgia, mesmo que o filme original seja bem ainda BEM SUPERIOR.

Nota: 3,0 de 5,0

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