Review – Um Vampiro no Brooklyn (1995).

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Por Calil Neto

Um Vampiro no Brooklyn (Vampire in Brooklyn – 1995) pode parecer brincadeira, mas é o filme mais divertido da filmografia do diretor norte-americano Wes Craven, um dos meus diretores do gênero terror favorito, mesmo que ele não tenha trabalhado apenas com esse gênero.

Um Vampiro no Brooklyn é o filme que vem anteriormente ao Pânico, que foi um dos grandes sucessos da carreira de Wes Craven e resgatou praticamente o subgênero slasher movies.  Eddie Murphy, além de estrear o filme, está como um dos produtores do longa. Se pudermos interpretar de alguma forma Um Vampiro no Brooklyn poderia ser considerado a versão de Nosferatu da carreira do diretor Wes Craven, contando a estória do vampiro que vem de barco para a cidade para trazer a sua maldição.

Eddie Murphy, tudo o mundo com uma certa idade já sabe, foi um dos grandes ídolos dos filmes de comédia dos anos 80, 90 e 2000 com filmes como a comédia policial Um Tira da Pesada (1984), que virou uma franquia, Um Príncipe em Nova York (1988), que é um clássico do passado da nossa tevê, a sensacional franquia O Professor Aloprado (1996) e Norbit: Uma Comédia de Peso (2007).

O perfil de Eddie Murphy é fazer comédias mesmo que em Um Vampiro no Brooklyn ele tenha que sido escalado para fazer papel um pouco mais sério do que o usual. Mas o filme não deixa de ser uma mistura de gêneros: filme de terror com comédia. Um vampiro que vem ao Brooklyn, um dos distritos de Nova York, e traz uma maldição, querendo conquistar um amor, que será a detetive Rita Veder (Angela Bassett). O parceiro Justice (Allen Payne), que gosta de Rita, vai tentar manter o vampiro Maximillian (Eddie Murphy) longe de Rita.

Tem alguns momentos interessantes do filme que o deixa mais engraçado, como quando o vampiro se transforma no pastor de igreja Pauly e fica falando bobagens. E quando o comparsa do vampiro Maximillian, Julius Jones ( o ótimo Kadeem Hardison), que também é um vampiro após ser mordido por Maximillian, perde um dos olhos que caiu no chão e fica indo atrás dele durante uma luta. O trabalho de maquiagem dos vampiros é sensacional.

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Eddy Murphy como o pastor Pauly. Lembra muito de seus futuros trabalhos.

Um ótimo filme para se divertir que passava muito na programação aberta da televisão brasileira.

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Nota: 3,5 de 5,0.

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