Review – 31 (2016).

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Por Calil Neto

31, o novo filme do diretor e roqueiro Rob Zombie, estava em 3º lugar na minha lista de mais aguardados para o 2º semestre de 2016.

O longa teve sua estreia no Festival de Sundance desse ano, e reuniu opiniões controversas. É também produzido e escrito por Rob Zombie e foi financiado através de duas campanhas de  crowdfunding, com um orçamento estimado em 1,5 milhão de dólares.

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Rob Zombie e a esposa.

O longa acontece alguns dias antes do Halloween em alguma cidade norte-americana em idos dos anos 70, quando uma trupe (me identifiquei bastante com os personagens) que está em uma viagem em uma estrada se encontra com uns bandalheiros (que são uns palhaços, entre eles um anão palhaço!) que os levam para um local sinistro para participar de um jogo conhecido como 31, cujos participantes vão ter que sobreviver a esses jogos durante um período de 12 horas. O filme me fez lembrar de alguns outros filmes do gênero como Jogos Mortais Uma Noite de Crime, filme que se passa nos Estados Unidos e dá um tempo de 24 horas para os moradores atacarem às outras em um único dia do ano. E me lembrou com as moto-serras de O Massacre da Serra Elétrica de Tobe Hooper.  No longa temos a participação como sempre da mulher de Rob Zombie, Sheri Moon Zombie, e alguns atores-atrizes que participam com certa freqüência de filmes de Zombie, como Meg Foster e Judy Geeson que atuaram também no satisfatório As Senhoras de Salém (2012), o excelente Malcolm McDowell do clássico Laranja Mecânica, que atuou também nos dois filmes do Halloween dirigidos por Zombie. O Halloween norte-americano acontece no dia 31 de outubro, então esse 31 do game, se refere ao dia do Halloween, e após a passagem e a vitória no game 31, está a sobrevivência.

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Richard Brake, muito bem caracterizado e maquiado, está espetacular no papel de Doom-Head (sendo que todos os inimigos tem um nome separado pela palavra –head), que pode ser considerado um dos maiores vilões dos filmes de Zombie.

Eu particularmente curto os filmes do diretor Rob Zombie, que já tem a sua marca e seu público, mas o espectador-fiel já sabe que não deve esperar deles uma obra-prima.

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Richard Brake,com Sheri Moon Zombie.

Imagens: Instagram.

Nota: 3,5 de 5,0.

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