Review – Shocker – 100.000 Volts de Terror (1989).

shocker

Por Calil Neto

A filmografia do diretor norte-americano Wes Craven oscila entre os filmes bons, medianos e os ruins. Shocker – 100.000 Volts de Terror (1989) é um filme mediano. Achei superior que  A Maldição de Samantha. O melhor filme de Craven é o do icônico Freddy Krueger.

Em Shocker com roteiro de Wes Craven e premissa até que interessante temos o estudante Jonathan Parker (Peter Berg) que filho adotivo de um policial e não sabe quem é seu real pai, e tem freqüentes pesadelos com Horace Pinker, que é interpretado pelo ator Mitch Pileggi bem antes dele atuar como o Skinner no seriado Arquivo X. Na real Pinker é o pai de verdade de Jonathan e batia na mulher quando o garoto era pequeno. Pinker assassinou a mãe de Jonathan e deu um tiro na perna de Pinker o deixando manco. Depois de um tempo Pinker que acertar as contas com o filho.

Horace Pinker tem a facilidade de lidar com a eletricidade e assassina diversas pessoas, entre elas a namorada de Jonathan, Alison (Camille Cooper). O cara é condenado a prisão e é morto em uma cadeira elétrica. Só que ele não morre. Uma imagem holográfica dele ou não se é o espírito dele fica entrando no corpo de outras pessoas, e essas pessoas começam a atacar Jonathan. Pinker tem a facilidade de se locomover através de ondas de energia e de televisão. Tem um momento no terceiro ato do filme que ele e Jonathan começam a lutar durante a programação televisiva de diversos canais, que mesmo sendo um filme de terror, achei engraçado.

Aborda como o filme de Freddy Krueger a questão dos devaneios e pesadelos.

Um bom filme.

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Nota: 3,0 de 5,0.

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