Review – Pink Flamingos (1972).

Por Calil Neto

Figura cativa nos filmes de John Waters, a fortinha Lady Divine (Harris Glenn Milstead) estreia mais um filme do diretor malucão, o Pink Flamingos (EUA), de 1972.

SPOILERS

Divine, (que está com o pseudônimo de Babs Johnson) mora escondida em um trailer com sua mãe Edie que vive em um cercadinho (Edith Massey), e ama comer ovos de galinhas, seu filho Crackers (Danny Mills), que adora fazer sexo entre galinhas, e a companheira de Crackers, Cotton (Mary Vivian Pearce).

Os inimigos de Divine?

O filme apresenta em sua narrativa uma disputa entre a drag queen Divine e o casal Connie e Raymond Marble (Mink Stole e David Lochary) pelo título de “pessoas mais sórdidas e asquerosas do mundo”.

Connie e Raymond são bem malvados e engravidam jovens indefesas, além de vender seus bebês recém-nascidos a casais de lésbicas…

Baixaria?

A produção tem algumas cenas inusitadas de nudez, sexo e muita baixaria mesmo, como um rapaz pelado fazendo movimentos com o corpo e mostrando o seu orifício anal (que coisa gente!!!), a tarada Lady Divine fazendo sexo oral no próprio filho Crackers (opaa!!!), e a mesma comendo fezes de cachorro (nojenta!!!).

Pink Flamingos é um filme trash e de caráter escatológico, realizado com baixo orçamento, que faz uma dura crítica aos bons costumes americanos com um cinema rebelde, subversivo e de contracultura.

Tá servido?
Tá servido?

Uma produção para quem não é cismado com baixarias, e que diverte a um público não tão conservador.

Vale a pena ser conferido!

Nota: 3,0 de 5,0.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s