O que eu achei de Star Wars 8: Os Últimos Jedi. [ COM SPOILER ]

 

Por Calil Neto

15 de dezembro de 2017.

Em 14 de dezembro de 2017 temos o lançamento nos cinemas do oitavo episódio da saga de Star Wars, Star Wars: Os Últimos Jedi. Este é o último filme na franquia da saudosa atriz Carrie Fisher falecida no final de 2016.  É o terceiro filme da franquia Star Wars da Disney.

DIVERSOS SPOILERS

Dirigido e escrito por Rian Johnson com a trilha sonora do lendário e competentíssimo John Williams temos um dos grandes destaques dessa trilogia a jovem Rey ( a talentosa Daisy Ridley ) que parte para uma ilha escondida na galáxia em busca de um dos últimos Jedi que sobreviveram, Luke Skywalker (Mark Hamill), que criou e treinou Ben Solo filho de Han Solo (Harrison Ford), morto pelo próprio filho em Star Wars 7: O Despertar da Força ( 2015 ), e Leia (  Carrie Fisher) que agora é uma líder dos rebeldes. Rey que tem um força poderosíssima dentro de si e uma luz interior, também será treinada pelo Luke para ser possivelmente uma nova Jedi.

Mark Hamill e Daisy Ridley (Imagem: Alex J. Berliner / ABImages)

 

Luke meio que decepcionado por ter presenciado seu pai, Anakin Skywalker, que estava em um treinamento de Jedi e foi seduzido para o lado negro da força e se transformado em Darth Vader, um dos maiores vilões da cultura pop mundial, e depois esse garoto Ben Solo ter tendências para o lado negro também, e ter sido convocado pelo super-hiper Snoke ( Andy Serkis e a captura de movimento) para assumir o lugar de Darth Vader e ter se transformado em Kylo Ren ( Adam Driver ).

 

 

Um dos momentos que fiquei extremamente feliz foi a volta do querido Jedi Yoda, em forma de espírito, que eu pedia há muito tempo que voltasse, mesmo sendo produzido possivelmente  em CGI, e vai estimular Luke para que ele não perca a fé nos Jedi e lute com a 1ª ordem e o lado negro da força. Os baby porgs também estão presentes e são fofíssimos!!!! Kylo Ren em alguns momentos conversa com Rey através de uma ligação entre os dois, uma telepatia. O vilão Snoke é super-hiper!!!! Adorei o personagem. Vou ter um carinho eterno por esse personagem. Muito legal.

A saga Star Wars pode parecer besteira mostra a troca de energia entre os indivíduos, afinal nós somos energia, positiva ou negativa, boa ou ruim e a energia que emitimos para o universo. O poder do pensamento.

Como não sou aqueles caras chatos, gostei do filme.

Nota: 4,0 de 5,0. Fui bonzinho. Dei essa nota por diversos motivos.

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Review – Mãe! ( Mother! – 2017 )

 

Por Calil Neto

13 de dezembro de 2017.

Mãe! ( Mother! – 2017 ) do diretor norte-americano Darren Aronofsky é complexo, perturbador, insano e sombrio. É um filme que dividiu opiniões por causa de sua complexidade, mas sem dúvida alguma é uma obra-prima e parece que é uma pintura diante do olhar do espectador.  É aquele filme para se assistir diversas vezes!

 

Dirigido e escrito por Darren Aronofsky, não sabemos se o que estamos assistindo é um sonho, uma realidade, um delírio, em um filme onde não temos nomes para os personagens centrais, acredito que o mais importante no filme não são os personagens, mas sim a trama em si, em uma casa em um lugar interiorano onde vive um casal a sua simples e pacata vida. Um escritor interpretado pelo talentoso Javier Bardem que é uma celebridade-escritor de livros de poemas e a esposa, a bela jovem vivida por  Jennifer Lawrence. Aparece no primeiro ato a inesperada visita do personagem de Ed Harris e depois chega na casa a sua esposa vivida pela excelente Michelle Pfeiffer, dupla de veteranos no cinema que ainda se destacam em seus papéis. Descobre-se que o personagem de Ed Harris tem entre os seus objetos pessoais uma foto do escritor vivido por Javier Bardem. Depois do desaparecimento desse casal após uma briga entre eles e os filhos, do nada começam a surgir diversos fãs atrás do escritor para conseguir um autógrafo e uma experiência ao seu lado do ídolo, e a personagem de Jennifer Lawrence mais para depois de 60 minutos de exibição do filme fica grávida e passa a ser atormentada por esses fãs e a imprensa. O personagem de Bardem sempre tranquilão e querendo acolher muito bem seus admiradores.

 

 

Mãe! mostra a vida de uma personalidade famosa que tem a invasão da sua privacidade. Principalmente para a devotada esposa de Javier Bardem, que não gosta nada da recepção acalorada do marido aos insanos visitantes.  O personagem de Bardem está mais preocupado com a carreira profissional do que com a vida familiar e a esposa em si. Maior papel até então de Jennifer Lawrence na telona.

 

Sem dúvida para mim assistir Mãe! é uma experiência gratificante. É um lindo filme, surpreendente.

Nota: 4,0 de 5,0.

Review – A Maldição do boneco Robert (2016).

Por Calil Neto

11 de dezembro de 2017. 

A Maldição do boneco Robert de 2016 ( The Curse of Robert the Doll ) é a sequência do longa Robert lançado em 2015. O primeiro filme também é dirigido e escrito por Andrew Jones que  é baseado em fatos reais e no boneco que inspirou a criação do famoso Chucky, em uma franquia britânica que está se transformando e ao meu ver é desnecessária. Em agosto de 2017 foi lançada no Reino Unido a terceira parte da franquia The Toymaker, que ainda não vi e acredito também que não deve ser muito bom. Na propaganda temos: um novo mestre dos brinquedos na cidade, em referência a clássica e interminável franquia da Full Moon de bonecos Puppet Master, e ao personagem de destaque que dá encerramento em A Maldição do boneco Robert. Será que vão colocar no terceiro filme o Robert com outros bonecos?

Neste segundo filme que foi lançado em DVD no Brasil, temos a estudante Emily Barker ( Tiffany Ceri ) que começa a trabalhar como auxiliar de limpeza em um museu de East Falls. Neste museu como um dos maiores atrativos temos o boneco Robert que fica dentro de um vidro que devido a sua fama de amaldiçoado atrai o público e faz o museu ganhar seu dim-dim. Tem uma placa na frente do vidro pedindo para pedir autorização para o boneco antes de tirar uma foto. O dono do local, o magnata Walter Berenson ( Nigel Barber ), sabe que o boneco é amaldiçoado, e mesmo assim quer lucrar com a exposição do boneco.

 

Aos poucos os funcionários do museu vão morrendo e Emilly passa a suspeitar do boneco e da sua maldição. A maldição do boneco teria vindo de uma energia negativa oriunda da ex-empregada de Jenny Otto ( Suzie Frances Garton, no mesmo papel ) Agatha. Esta sequência não deixa de mencionar a trama do filme anterior, nas investigações da funcionária de limpeza do museu. O primeiro filme para mim é melhor do que este segundo filme.

A Maldição do boneco Robert é aquele filme que vai agradar aos espectadores que curtem tosqueiras das mais toscas do cinema mundial. Não trouxe nenhuma surpresa no subgênero!

Nota: 2,5 de 5,0.

Review – The Evil Within (2017).

 

Por Calil Neto

08 de dezembro de 2017. 

The Evil Within lançado em 2017 não é a adaptação para o cinema do jogo homônimo de vídeo game de survival horror de Shinji Mikami, mas sim uma trama totalmente diferente dirigida e escrita por Andrew Getty que faleceu em 2015.  O filme de baixo orçamento foi lançado dois anos após o falecimento do diretor que desde 2002 estava lutando e buscando financiamento para que o filme fosse concluído. Era sua obra-prima. O produtor Michael Luceri finalizou após a morte de Andrew Getty o longa.

O grande destaque do filme é sem dúvida alguma o ator norte-americano Frederick Koehler nascido em 1974, que interpreta Dennis, um garoto com retardo mental que vive em sua casa com seu irmão mais velho John ( Sean Patrick Flanery ). John com oito anos estava brigando com seu irmão Dennis, com seis e aluno exemplar na escola, o derrubando de uma escada. Frederick merecia um Oscar por essa atuação. No filme também temos no elenco, a lenda dos filmes de terror, Michael Berryman, queridinho do diretor Wes Craven, e que estrelou o clássico dos anos 70, Quadrilha de Sádicos na pele de Pluto. Tanto Michael Berryman quanto Robert Englund nasceram para atuar em filme de terror.  O filme é o último trabalho do ator Matthew McGrory que tem uma curta participação no longa.

 

No enredo Dennis é apaixonado pela vendedora de sorvetes da local, Susan ( Brianna Brown ) e o irmão John acha que Dennis está trabalhando em casa como carpinteiro, mas não, está lidando com a prática da taxidermia. Dennis que tem frequentes pesadelos com o personagem cadavérico de Michael Berryman fala com sua própria imagem em uma gigante espelho que tem em sua casa, ganho do irmão John, e depois o espectador descobre que o personagem de Berryman é que se transforma em uma cópia de Dennis. Dennis passa a agir violentamente, mata o gato da vizinha e um garoto que está em um balanço nos arredores. Tudo a mando do personagem estranho que vive no espelho. Um filme, com bons efeitos visuais, boa edição, e considerável desfecho, que mexe com a imaginação do espectador o levando de um mundo onírico para a realidade dos personagens. Um bom filme, melhor do que eu imaginava!

Nota: 3,0 de 5,0.

Meu TOP 5 dos filmes mais aguardados nos cinemas em 2018.

Por Calil Neto

07 de dezembro de 2017.

Aqui está meu TOP 5 dos filmes blockbusters mais aguardados por mim em 2018 nos cinemas brasileiros.

MEU TOP 1 ONE – Jurassic World – O Reino está ameaçado continuação de Jurassic World de 2015.

2 – Han Solo: Uma História Star Wars

3- The House that Jack Build de Lars von Trier ( não está entre os blockbusters, mas resolvi mencionar).

4- Vingadores 3

5 – A Freira ( The Nun)

Vou dar chance.

Halloween (2018) agora nas mãos da Blumhouse

Jogador No 1 de Steven Spielberg

4o filme da franquia Sobrenatural, Sobrenatural: A Última Chave.

Review – O Senhor das Trevas ( Rawhead Rex – 1986 ).

Por Calil Neto

03 de dezembro de 2017. 

Rawhead Rex (1986) que recebeu o título no Brasil de O Senhor das Trevas e Monster – A Ressurreição do Mal é um dos primeiros trabalhos adaptados para o cinema do conto homônimo do britânico Clive Barker, o mesmo que depois seria eternizado no gênero terror um ano depois com o aclamado longa Hellraiser –Renascido do Inferno.

Dirigido por George Pavlou com roteiro do próprio Barker, o melhor cara para adaptar o seu próprio conto do Livro de Sangue, terceiro volume, temos um ser que volta das trevas, uma entidade malévola que no filme veio até mesmo antes de Jesus Cristo e que é liberto novamente em um vilarejo na Irlanda para implantar o mal. O ser mata crianças e adultos no local que tem uma igreja onde no altar temos um objeto sagrado que vai levar esse ser de novo às trevas.

Um belíssimo filme, apesar de ter um ser, conhecido como Rawhead, que é bem trash e tosco. Uma trama interessante com a presença da religião para exterminar o mal. Um filme bacaninha para um espectador menos exigente.

Nota: 3,0 de 5,0.

Review – O Mundo de Andy (1999) e Jim & Andy (2017).

Por Calil Neto

02 de dezembro de 2017 

O Mundo de Andy ( Man on the moon1999) dirigido pelo experiente Milos Forman de Um estranho no ninho (1975) e Amadeus (1984) é estrelado por Jim Carrey, que para muitos é um dos maiores humoristas do cinema norte-americano, representando um grande humorista dos Estados Unidos Andy Kaufman que começou a carreira em apresentações de stand-up comedy em botecos e cafeterias e depois foi para a televisão, passando até pelo Saturday Night Live, tradicional programa de humor nos Estados Unidos, e gostava pode parecer bobagem de participar de lutas livre com mulheres. Bem estranho.

 

 

Aqui temos uma dramédia muito bem produzida pelo também astro Danny DeVito, um dos produtores do longa, e que também atua no longa na pele do famoso empresário George Shapiro. Danny DeVito e Andy Kaufman eram amigos na vida real e estiveram juntos na série de comédia Taxi. A trilha sonora é dos ótimos roqueiros da R.E.M.

 

 

Um filme que mostra a vida do comediante Andy Kaufman (1949- 1984), que era um cara muito inteligente, bem maluco beleza, e tinha o alter ego conhecido como Tony Clifton, um personagem diferente, engraçadão e que se vestia de uma forma bem estranha. O filme aborda desde a infância do comediante que desde pequeno gostava de televisão, e quando pequeno brincava sozinho como se estivesse em um programa televisivo até a decadência do ator. Bob Zmuda que o auxilia no trabalho e era seu confidente na vida real no filme é interpretado por Paul Giamatti. Para o documentário de 2017 que tem um título enoooooooooorme Jim & Andy: The Great Beyond – Featuring a Very Special, Contractually Obligated Mention of Tony Clifton da Netflix dirigido por Chris Smith o ator Jim Carrey revela que ele realmente incorporou o personagem e comediante Andy Kaufman e que depois não foi fácil largar o personagem. Começou a esquecer que era o Jim Carrey. Afirma também no documentário, que tem também os bastidores do filme O Mundo de Andy, que o longa foi muito importante para a sua carreira de ator.

 

 

O Mundo de Andy é um belíssimo filme, com ótima direção de arte, se não for um dos maiores e melhores trabalhos de Jim Carrey no cinema, relembrado e resgatado com o lançamento do documentário da Netflix.  

O documentário não deixa de homenagear também a carreira e as multifacetas de Jim Carrey.  

Nota para O Mundo de Andy: 4,5 de 5,0.

Nota para Jim & Andy: 3,5 de 5,0.

Review – A Face de Fu Manchu (1965) e As 13 noivas de Fu Manchu (1966).

 

Por Calil Neto

29 de novembro de 2017.

A Face de Fu Manchu ( The Face of Fu Manchu – 1965) e As 13 noivas de Fu Manchu ( The Brides of Fu Manchu – 1966) com o icônico vilão chinês Fu Manchu criado pelo escritor inglês Sax Rohmer (1883- 1959) são dirigidas por Don Sharp. Neste texto vou mencionar a respeito desses dois longas. No blog em outra REVIEW já mencionei os dois filmes dirigidos pelo espanhol Jess Franco.  

A Face de Fu Manchu é o longa de estreia do ator britânico Christopher Lee na pele do super-hiper-vilão Fu Manchu que é um tipo de terrorista que quer dominar o planeta. Ele é auxiliado pela filha Lin Tang interpretada pela atriz chinesa Tsai Chin, que fez a personagem nos 5 filmes que Christopher Lee atuou da saga de Fu Manchu.

 

Christopher Lee. Um dos meus atores favoritos da sétima arte.

 

Vou resumir nesse texto o básico do básico desses 2 belíssimos longas com bela produção e direção de arte. No longa A Face de Fu Manchu temos no comecinho do filme Fu Manchu sendo prestes a ser morto e perder a cabeça. O cara morre e depois o espectador vai saber que outro cara morre no lugar do vilão, um personagem-ator muito parecido com Fu Manchu, através da técnica de hipnose de Fu Manchu. Fu Manchu é aquele personagem que nunca morre. É engraçado em alguns momentos. Não sabemos quem é melhor: Fu Manchu ou a Scotland Yard.

Como em muitas tramas envolvendo Fu Manchu temos por exemplo em As 13 noivas de Fu Manchu, garotas prisioneiras-escravas que são filhas de cientistas que fizeram grandes descobertas na ciência e Fu Manchu através desses segredos e descobertas quer destruir o mundo. Fu Manchu está sempre em seus quartéis generais secretos e prisões secretas, sempre em locais diferentes do mundo.

 

A Filha Diabólica de Fu Manchu ( The Vengeance of Fu Manchu ) de 1967 dirigido por Jeremy Summers ainda não assisti. Mas esses dois são belíssimos filmes! Vai curtir mais quem é fã do ator Christopher Lee como eu, e curtia os vilões que o ator britânico fazia no cinema.

Nota: 4,0 de 5,0.